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Quem é casada não se preocupa mais…

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Olá! Você realmente tem demonstrado carinho, admiração e amor ao seu marido.

Isso mesmo! Dar sem esperar receber em troca.

Minha irmã, são inúmeras coisas que você pode fazer para melhorar seu casamento!

Recentemente estive em um local que faz bronzeamento e a proprietária olhou para minha aliança com espanto e fez a seguinte pergunta: você é casada? Afirmou que 90% das mulheres que fazem  são solteiras ou são divorciadas. Ela até falou: mulher casada geralmente não se preocupa com isso!

Sai de lá assustada com essas colocações dela porque é evidente que as mulheres não tem se preocupado em estar bonitas, empenhadas e cuidadas para seus maridos.

Uma coisa é estar bonita: cuidar da alimentação, cabelo arrumado, roupa impecável… para você( seu ego). Geralmente as  ” mulheres” a sua volta te olham e elogiam(MULHER FAZ MUITO ISSO!!!).  Outra coisa é você fazer algo que realmente fará seu marido se sentir importante e amado. 

Na verdade, a maioria das mulheres ainda não compreendem que se houver esforço, em fazer o marido feliz a tendência é tudo ficar melhor. É tudo mesmo! Tendo essa segurança que tudo está bem no seu lar, pode ter certeza que o resto Deus vai acrescentar. Não há nada mais importante para nós do que sentirmos segurança! 

E os filhos? Pode ter certeza que eles observam seu empenho, seu amor e dedicação. Estão aprendendo desde cedo o que é amor, respeito e poderão ter vidas na estrutura sólida que Deus nos ensina.

Eu tenho tanto pra falar sobre isso, mas sei que você vai ficando com preguiça de ler…

Pense em um presente que possa surpreendê- lo: um bilhete, um jantar especial, uma comida diferente com organização especial do ambiente… quem sabe até um bronzeamento(risos)!

Por que não namorar todos os dias?

Quê? Isso mesmo! Basta começar, mesmo que o sono venha… logo passa… Pode ter certeza que seus dias serão cada vez melhores.

Pense nisso e ore para que Deus te dê sabedoria.

Valorize o marido que Deus te deu!

Um abraço!

Rosielly Souza

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Lista que salvou meu casamento

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Olá! A história abaixo fala por si só, pois é um relato de uma mulher que pode retratar vários atos e erros que muitas mulheres cometem…

“O dia havia chegado. Eu aguentei o que pude no meu casamento. Meu marido, Bill, saiu para o trabalho, e eu arrumei uma mochila de roupas para mim, para o nosso filho de 14 meses e deixamos a nossa casa. A conveniência de ser capaz de correr para minha mãe e pai contribuíram na decisão de deixar Bill. Com a maquiagem borrada de lágrimas, entrei na cozinha da mamãe. Ela segurou o bebê enquanto soluçava, anunciando minha separação. Depois de enxugar minhas lágrimas e me dar uma xícara de café, minha mamãe me disse que iria me ajudar. “Mas antes de separar de Bill, tenho uma tarefa para você fazer.”

Mamãe colocou meu filho dormir, pegou uma folha de papel e uma caneta e riscou uma linha vertical no meio da página. Ela me disse para listar na coluna da esquerda todas as coisas que Bill fez que o tornou impossível viver com ele. Quando olhei para a linha divisória, pensei que ela pediria para listar todas as boas qualidades dele no lado direito. Estava determinada a ter uma longa lista de defeitos na esquerda para superar qualquer bondade da direita. Isto vai ser fácil, pensei. Minha caneta rapidamente rabisca palavras na coluna da esquerda com fúria.

Bill nunca mais pegou suas roupas do chão.

Ele não dizia mais o horário em que atrasaria no trabalho.

Ele tinha hábitos desagradáveis, tais como arrotar na minha frente.

Ele tinha péssimo gosto para comprar presentes horríveis.

Ele se recusava combinar suas roupas.

Ele era muito econômico com dinheiro.

Ele não falava comigo…

A lista foi aumentando até preencher uma página. Eu certamente tinha provas suficientes que nenhuma mulher seria capaz de conviver com este homem. Presunçosamente eu disse: “Agora eu acho que você vai me pedir para listar todas as boas qualidades de Bill no lado direito.” “Não”, ela disse. “Eu já sei das boas qualidades de Bill. Em vez disso, para cada item no lado esquerdo, eu quero que você escreva como você responde. O que você faz?”

Este item era muito mais difícil do que listar suas qualidades. Eu não tinha considerado a pensar sobre mim mesmo. Como minha mãe não deixaria ir sem completar sua missão, tive que começar a escrever.

Eu gritava com ele, chorava e ficava com raiva.

Eu tinha vergonha de estar com ele.

Eu sempre invertia a situação dando uma de sofredora para ganhar as discussões.

Eu desejava ter casado com outra pessoa.

Eu dava a ele um tratamento do silêncio.

Eu sinto que era boa demais para ele Eu negava sexo…

A lista parecia interminável. Quando cheguei no fim da página, minha mãe pegou o papel, uma tesoura e cortou no meio. Amassou a coluna da esquerda e jogou no lixo. Então, me entregou a coluna da direita. “Becky”, disse ela, “leve essa lista de volta para sua casa. Passe a refletir sobre estas coisas em sua vida. Vou ficar com o bebê até amanhã. Se você sinceramente fazer o que eu peço e ainda quiser deixá-lo, vou fazer tudo o que pudermos para ajudá-la”.

Deixando minha bagagem e filho, dirigi de volta para minha casa. Quando me sentei no sofá com o pedaço de papel, eu não podia acreditar no que estava enfrentando. Sem o catálogo de hábitos irritantes de Bill, a lista parecia horrível e babaca. Eu vi um registro de comportamentos mesquinhos, práticas vergonhosas e respostas destrutivas. Passei as próximas horas pedindo forças e orientação para as mudanças que precisa fazer. Percebi como tinha comportado de forma absurda. Eu mal podia me lembrar das transgressões que tinha escrito para Bill. E, mesmo as que lembrasse, não era assim tão horrível que justificasse meu tratamento e vontade de separação. Resolvi dar uma chance para ele e para mim.

Eu adoraria dizer que Bill mudou. Não. Ele ainda faz muito daquelas coisas que me envergonharam, incomodavam, e fazia querer sumir. Mas a diferença é que não me afeta tanto quanto antigamente. A mudança iniciou comigo. Daquele dia em diante, tinha que ser responsável não apenas por minhas ações em nosso relacionamento, mas também em minhas reações. Isso refletiu no modo como o tratava e como ele me tratava.

Ainda me recordo de um item da lista: Bill dormia durante os cultos. O momento em que ele começava a cochilar sempre marcava o fim do meu período de adoração.
Eu acreditava que ele, de propósito, não tinha o menor interesse na mensagem – e meu pai era o pregador! Eu não me importava com o fato de Bill não ser capaz de permanecer acordado a qualquer hora por longos períodos. O tempo que ele gastava cabeceando de tanto sono eu gastava bufando de raiva. Sentia-me envergonhada no meio da congregação. Era uma grande humilhação. Tentava imaginar por qual razão eu havia casado com esse homem. Certamente ele não merecia uma esposa tão boa quanto eu!

Somente agora podia enxergar claramente como eu era. Meu orgulho estava atrapalhando uma parte muito importante da minha vida: a minha adoração. Agora, quando Bill cochilava na igreja, eu gastava esse momento em oração e agradecimento. Desviava os meus olhos dele dormindo e de mim mesma, para concentrar o meu olhar apenas em Deus. Em vez de deixar a igreja furiosa, passei a sair cheia de alegria.
Não demorou muito até que Bill percebesse a diferença. Ele comentou durante um almoço de domingo: “Você parece estar gostando mais dos cultos ultimamente. Eu já estava começando a pensar que você não gostava do pregador.” Meu instinto imediato seria contar-lhe como ele havia arruinado tantos cultos que assisti. Mas, ao contrário, aceitei seu comentário sem erguer minhas defesas.

 Fonte: http://www.montesiao.pro.br/estudos/familia/lista_casamento.html.Versão contextualizada, Becky Zerbe é a autora de Laughing with My Finger in the Dam, e é casada com Bill há 29 anos.

Minha irmã que Deus te dê sabedoria em todos os momentos de sua vida, principalmente para que você possa se conhecer melhor e promover as mudanças necessárias no seu relacionamento.

O Senhor quer te fazer muito feliz!

Que Ele te abençoe e te guarde e que você possa valorizar tudo que Ele te deu!

Um abraço!

Rosielly Souza

O Construtor de pontes

 

Olá! Compartilho esse texto com você!

Ele fala sobre dois irmãos que se distanciaram devido uma briga e um dos irmãos contratou um carpinteiro para construir uma parede separando a fazenda deles. Após o carpinteiro saber a estória ele construiu uma ponte ao contrário de um muro.

Essa é apenas uma estória, mas Jesus é o carpinteiro. Ele constrói pontes e fortalece laços onde não há mais possibilidades. Ele cria as possibilidades e transforma as situações.

Sejamos sábias e não vamos deixar que abismos se criem nos separando das pessoas que amamos.

O inimigo tem a função de matar, roubar e destruir tudo que pode nos fazer felizes e nos aproximar de Deus e da família.

 

Abaixo segue o texto, desconheço o autor:

O Construtor de Pontes

Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado.

O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta:

– Estou procurando trabalho, disse o homem que era carpinteiro.

– Talvez você tenha algum serviço para mim.

– Claro! disse o fazendeiro. – Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade é do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta. O carpinteiro disse, então: – Acho que entendo a situação. Mostre-me onde estão o martelo e os pregos.

O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.

Quando o fazendeiro voltou, não acreditou no que viu: em vez da cerca, uma ponte havia sido construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou: – Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei. Mas, as surpresas não pararam neste momento. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão correndo, se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou: – Você, realmente, foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse! De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho aprontou-se, então para partir levando sua caixa de ferramentas. – Espere, fique conosco! Disse o fazendeiro. – Tenho outros trabalhos para você. E o carpinteiro respondeu: – Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir…

 

 

Que você ´possa pensar sobre isso e que o Senhor te dê sabedoria!

Um abraço!

Rosielly Souza

Não olhe o divórcio como uma porta!!!

Olá! Compartilho com você mensagem da Pra. Helena Tanure no Congresso Homens e Mulheres Diante do Trono 2015. Ministração do dia 07/08/2015 – Noite. “Não olhe o divórcio como uma porta” “Seja a mudança que você deseja ver na sua casa”

Essa é apenas uma das mensagens que foram ministradas. No Youtube você encontra as ministrações na íntegra. Foram três dias de ministrações.

Desejo de coração que Deus tenha falado ao seu coração!

Um abraço!

Rosielly Souza

Também! Um principio…

Olá! No dia 25/06/2015, ocorreu a reunião do Ministério de Mulheres na Igreja Viver de Deus e gostaria de compartilhar com você sobre algumas coisas  que falamos.

O Princípio do TAMBÉM!

Deus tem tocado muito nosso coração dando temas relacionados a princípios que podem fazer uma grande diferença em nossa vida com mulher. Os temas nos levam a fazer uma reflexão sobre nossas atitudes como: esposas, profissionais, administradoras do lar, amigas, servas de Deus, mães…

No livro “A Experiência do Lar”, de Devi Titus, há um capítulo chamado “Princípio do Também”.

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“O princípio do também é definido pela atitude voluntária de fazer mais do que é pedido a você.” (Devi Titus, A Experiência do Lar, p.32).

Devi explica a diferença entre instrução e princípio. A instrução lhe ensina passo a passo como algo específico deve ser feito, e não se aplica a outras áreas da sua vida (por exemplo, como fazer um bolo de caixinha), já o princípio pode ser utilizado em todas as áreas das nossas vidas (por exemplo: a lei da semeadura onde, tudo o que plantarmos, também colheremos(se plantamos gentileza colhemos gentileza, dinheiro no banco colhemos rendimentos…).

Princípio é aquilo que pode ser aplicado em todas as áreas de nossa vida, é aquilo que levamos conosco. Imagine se em todas as atividades que você fizer… pensar que está fazendo para Deus! Ele nos convida a servir!

E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens,
Sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis.

Imagine: fazer tudo além do que é pedido e bem feito, independente do que o outro irá pensar. Pensando em Deus! O incrível é que são coisas tão simples e que podem fazer a total diferença no meio que você vive(posteriormente estarei citando alguns exemplos do livro e meus).

Veja a história do servo de Abraão que foi encontrar uma esposa para Isaque.

O servo partiu, com dez camelos do seu senhor, levando também do que o seu senhor tinha de melhor. Partiu para a Mesopotâmia, em direção à cidade onde Naor tinha morado.
Ao cair da tarde, quando as mulheres costumam sair para buscar água, ele fez os camelos se ajoelharem junto ao poço que ficava fora da cidade.
Então orou: “SENHOR, Deus do meu senhor Abraão, dá-me neste dia bom êxito e seja bondoso com o meu senhor Abraão.
Como vês, estou aqui ao lado desta fonte, e as jovens do povo desta cidade estão vindo para tirar água.
Concede que a jovem a quem eu disser: ‘Por favor, incline o seu cântaro e dê-me de beber’, e ela me responder: ‘Bebe; também darei água aos teus camelos’, seja essa a que escolheste para teu servo Isaque. Saberei assim que foste bondoso com o meu senhor”.
Antes que ele terminasse de orar, surgiu Rebeca, filha de Betuel, filho de Milca, mulher de Naor, irmão de Abraão, trazendo no ombro o seu cântaro.
A jovem era muito bonita e virgem; nenhum homem tivera relações com ela. Rebeca desceu à fonte, encheu seu cântaro e voltou.
O servo apressou-se ao encontro dela e disse: “Por favor, dê-me um pouco de água do seu cântaro”.
“Beba, meu senhor”, disse ela, e tirou rapidamente dos ombros o cântaro e o serviu.
Depois que lhe deu de beber, disse: “Tirarei água também para os seus camelos até saciá-los”.
Assim ela esvaziou depressa seu cântaro no bebedouro e correu de volta ao poço para tirar mais água para todos os camelos.
Sem dizer nada, o homem a observava atentamente para saber se o Senhor tinha ou não coroado de êxito a sua missão. Gênesis 24:10-21

Quantas vezes em nossas vidas pensamos “Já está bom, fiz tudo o que dava para fazer” ou ainda “Isso não é responsabilidade minha!”. Isso significa que podemos melhorar (e MUITO!) ao aplicar esse princípio em nossas vidas.

Abraão queria garantir que sua nora tivesse as qualidades, o caráter e os valores de sua família. O servo, então, fez uma oração muito incomum, pedindo a Deus que a mulher que fosse para ser a esposa de Isaque respondesse:‘Bebe; também darei água aos teus camelos’.

Rebeca estava mesmo muito disposta, pois além de tirar água para toda sua família, ela ainda ofereceu água aos camelos, o que significa que ela teria que retirar, aproximadamente, mais 200 litros. Esta atitude revela uma mulher responsável, prestativa, diligente, disposta a dividir, cortês, cuidadosa com desconhecidos, hospitaleira, submissa à autoridade de sua família e que terminava tudo o que começava.

E como aplicar esse princípio em nossas vidas? Como falamos, ele é aplicável a todas as áreas. Vejamos alguns exemplos que o livro nos dá e outros práticos:

– Ao ver que a pia do banheiro está com respingos ao lavar sua mão enxugue- também!

– Ao chegar no caixa de supermercado, cumprimente a funcionária- também!

– Ao se deitar para dormir com sue marido, seja carinhosa- também!

– Ao chegar em casa tire a roupa e pendure- também!

– Na hora de sair do trabalho, fique mais um pouquinho – também!

– Guarde as suas coisas, e tire a poeira – também!

– Tome banho, e retire o cabelo do ralo – também!

– Tire a roupa do varal, e dobre-as – também!

– Ao preparar uma mesa, enfeite-a com flores – também!

Ou seja, façamos mais do que é pedido ou esperado de nós!

Para conclusão as mulheres foram divididas em pequenos grupos e algumas perguntas foram entregues para que elas discutissem com base no conteúdo. Após isso, algumas falaram e foi feita a contextualização da fala delas com o conteúdo ministrado.

Que Deus te abençoe e te de sabedoria para utilizar esses princípios!

Um abraço!

Rosielly Souza

Busque sabedoria em relação ao seu casamento

Olá! Deus é tão maravilhoso que nos dá possibilidade de reflexão sobre nossas atitudes diante das pessoas que amamos. Ele nos capacita para mudança e nos faz cada dia mais felizes.

Compartilho com você um texto interessante, retirei do Blog Mamãe Real de Tathiana Schulze. Após o texto colocarei os endereços.

Vale a pena ler:

Uma jovem mulher percebe ter abusado de seu marido por anos sem se dar conta

“Nota: Este texto tornou-se viral nos Estados Unidos esta semana. A autoria dele é anonima, mas mesmo assim achei fantástico. Acredito que uma das melhores coisas que podemos fazer pros nossos filhos é viver um relacionamento saudável com nossos maridos e é disso que este texto trata, por isso resolvi traduzi-lo e publicá-lo aqui!

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Minha ficha caiu por causa de um pacote de hamburguers. Eu pedi ao meu marido para parar na loja pra comprar algumas coisas pro jantar. Quando ele chegou em casa, ele colocou as sacolas em cima da mesa e eu percebi que que ele tinha comprado um hamburguer diferente do que eu normalmente compro.

Eu perguntei: “o que é isso?”

“Hamburgers congelados” ele respondeu, meio confuso.

“Você não comprou o tipo correto”, eu disse.

“Não? Por que?” Ele respondeu com sua testa enrugada.”

“Eu sempre compro hamburguer feito com carne de primeira e este é de segunda”.

Ele sorriu e disse “Ah, é só isso? Eu pensei que eu tivesse me confundido com algo grande”

E foi assim que começou. Eu dei um sermão pra ele. Eu reclamei que ele não era inteligente. Por que ele não comprou a carne de melhor qualidade e mais saudável? Ele leu a embalagem? Por que eu não posso confiar nele? Eu também me indignei porque como poderia ele não notar nestes anos todos que eu sempre compro o hamburguer de primeira? Será que ele nunca presta atenção em nada?

marriageE enquanto ele ouvia minha indignação por causa do hamburguer, murmurando que não era um problema tão grande e que ele iria comprar o correto da próxima vez, eu vi seu rosto mudar de expressão. Eu já via esta expressão algumas vezes nos últimos anos. Uma mistura de desmoralização e resignação. Parecia com a cara que meu filho faz quando é corrigido. E eu pensei: “Por que eu estou fazendo isto? Eu não sou a mãe do meu marido!”

E eu subitamente me senti terrível. E envergonhada. Ele estava certo. Não era algo tão importante pra eu ficar tão irritada. E eu perdi a cabeça por causa de um pacote de hamburguer que ele generosamente parou pra comprar assim como eu tinha pedido. No meio de me sentir envergonhada, eu apenas murmurei algo como “ah, vou ter que me virar com este hamburguer mesmo” e fui começar o jantar.

Ele parecia aliviado que a discussão tinha acabado e saiu da cozinha.

E então eu me sentei e pensei honestamente sobre o que eu tinha acabado de fazer. Algo que eu já tinha feito tantas outras vezes, provavelmente.

O “momento do hamburguer” certamente não foi a primeira vez que eu dei uma bronca no meu marido por não fazer as coisas como eu acho que deveriam ser feitas.  Lembro-me de várias vezes que o critiquei por colocar algo no lugar errado ou esquecer alguma coisa e eu estava sempre ali pra mostrar pra ele seu erro.

Por que eu faço isso? Que benefício me traz sempre diminuir meu marido? O homem que eu recebi como meu parceiro pra vida toda. O pai dos meus filhos. O homem que eu quero ter ao meu lado pra sempre. Por que eu faço aquilo que muitas vezes as mulheres são acusadas de fazer: tentar mudar o jeito que ele faz cada pequena coisa? Será que estou indo a algum lugar com isso?

Por que o meu jeito tem que ser o jeito certo e o jeito dele o jeito errado? Desde quando se tornou correto corrigi-lo e apontar cada coisa que ele faz que não é como eu gostaria?

E como isso o beneficia? Será que isso o faz pensar: “Uau, certamente eu sou sortudo dela me colocar na linha o tempo todo.” Eu duvido. Provavelmente ele acha que eu estou no pé dele sem motivo e o leva a se afastar.

Esses dias achei um caco de vidro no lixo. Perguntei a ele o que tinha acontecido. Ele me disse que quebrou um copo mas preferiu não me falar pois não queria que eu reclamasse por causa disso.

Outro dia encontrei um par de meias no lixo. Peguntei a ele o que tinha acontecido. Ele me disse que tinha por acidente colocado as meias brancas junto com a roupa colorida na máquina de lavar. Quando viu as meias manchadas, preferiu jogá-las do que me ouvir dizer pela centésima vez como separar as roupas brancas das coloridas.

Então chegamos a um ponto que ele achava mais fácil e menos estressante esconder as coisas do que admitir que ele cometeu um pequeno erro. Que tipo de ambiente eu criei que o faz acreditar que ele não pode cometer erros?

E vamos dar uma olhada nestes “erros”. Um copo quebrado. Meias manchadas. Erros normais que qualquer um pode fazer.  Mas ele estava certo. Muitas vezes quando ele cometia um pequeno erro, eu passava um sermão de como as coisas deviam ser feitas. Ele sempre ouvia por um tempo e depois dizia: “acho que essas coisas não são tão importantes pra mim.”

Agora eu entendo o que ele queria dizer: “estas coisas que te deixam tão chateadas são pequenos detalhes, uma questão de opinião, uma preferência, e eu não vejo porque fazer uma guerra disso.” Mas eu interpretava como se ele não se importasse comigo ou se como ele não entendesse as coisas. No meu inconsciente eu pensava que eu era a que fazia as coisas funcionar aqui em casa.

Eu comecei a observar minhas amigas e notar as coisas que elas reclamavam nos seus maridos e comecei a perceber que não estava sozinha. De alguma forma, muitas de nós acreditamos na mentira de que a esposa sempre sabe melhor e é o cérebro da casa.

É um estereotipo fácil de se acreditar. Olhe na midia. Tvs, filmes, propagandas. Cheios de maridos bobões com esposas inteligentes e sabem-tudo. Eles não sabem cozinhar. Eles não conseguem cuidar das crianças. Se você pedir pra ele comprar duas coisas, ele vai voltar com duas, e uma delas estará errada. Eles são todos iguais. Dia a dia estas são as imagens que vemos na mídia.

O que essa constante reclamação e murmuração faz é enviar uma mensagem aos nossos maridos de que nós não os respeitamos. Nós não acreditamos que eles sejam inteligentes o suficiente pra fazer as coisas certas. Nós já sabemos que você vai fazer besteira. Se ele for um homem seguro, provavelmente ele vai se sentir ressentido com você. Se ele for inseguro, possivelmente ele vai começar acreditar em você e achar que ele não sabe fazer nada direito. E nenhuma destas respostas serão boas e benéficas pra vocês e nem pro casamento.

E quando penso em situações opostas, quando eu fui quem cometi os erros, vejo que ele foi muito mais graciosos comigo porque ele não fica querendo me mudar em cada pequeno detalhe.

O ponto central em tudo isso é que eu escolhi este homem como meu marido. Ele não é meu empregado. Ele não é meu escravo. Ele não é meu filho. Quando eu casei com ele, eu não achava que ele era um estúpido. Ele não precisa ser repreendido por mim só porque eu não gosto do jeito que ele faz certas coisas.

Quando eu entendi isso, eu comecei a perceber todas as coisas boas nele. Ele é inteligente, uma ótima pessoas, ele é otimo com as crianças. Além disso, ele não me repreende cada vez que eu faço algo diferente do que ele, pelo contrário, ele cede muitas vezes pro meu jeito de fazer as coisas. E em vez de focar nestas coisas, eu estava focando só no negativo. E eu sei que não sou a única que faço isso.

Se nós continuarmos a fazer nossos maridos se sentirem mal porque eles cometem erros ou não fazem as coisas exatamente como gostamos, é bem possível que eles parem de se envolver ou começem a acreditar que eles são incapazes mesmo.

No meu caso, estou falando do meu companheiro de muitos anos. O mesmo que troca o pneu do meu carro na chuva, que cuida de mim quando estou doente, que ensinou nossos filhos a andar de bicicleta.

O homem que sempre trabalhou duro pra proporcionar uma vida decente para nós.  E as vezes eu fico brava por causa de um prato fora do lugar.

Desde que percebi isto, estou mudando, e o clima aqui em casa melhorou muito. Estamos mais a vontade um com o outro e nos vemos como companheiros do mesmo time em vez de oponentes. Aprendi até a ver que o jeito dele de fazer as coisas é muitas vezes melhor que o meu.

São necessárias duas pessoas para que uma parceria aconteça. Nenhum está sempre certo e nenhum está sempre errado. E nem sempre veremos as coisas exatamente do mesmo jeito. Você não se torna melhor, ou mais inteligente, ou superior por apontar cada coisinha que não é como você queria. Amigas, lembrem-se, é apenas carne para hamburguer!

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Este texto não é de minha autoria. Procurei pela autora mas este texto foi escrito em anonimato e se tornou viral aqui nos Estados Unidos no mês de maio, sendo republicado em centenas de sites. A tradução foi feita por mim e se você quiser ler o original em inglês pode procurar aqui:

http://brando.tickld.com/x/woman-realizes-that-shes-been-accidentally-abusing-her-husband-this-whole-time”.

Texto retirado de: http://www.mamaereal.com/ https://www.facebook.com/pages/Mam%C3%A3e-Real/1446634262222924?sk=timeline / http://mamaereal.com/a-blogueira/

Espero que você tenha gostado!

Que Deus te abençoe e te guarde!

Um abraço!

Rosielly Souza