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Essa é a receita pra quase tudo…

Olá minha irmã! Após escrever de forma mais detalhada sobre identidade e a importância de enxergar o outro de forma empática agora vamos falar sobre a fórmula da comunicação para se evitar conflitos.

Quando digo fórmula é porque é fórmula mesmo! Não tem como ser mal interpretada se você seguir os quatro passos ensinados na comunicação não- violenta.

O Senhor te conhece e sabe sua capacidade de mudança e transformação. Jesus é nosso maior exemplo de amor, de como se comunicar e se colocar no lugar do outro. Não adianta termos um ” discurso” cristão lindo e não fazermos a diferença…

Nosso objetivo deve ser amadurecer no Senhor, buscar mudança de vida através da intimidade com Ele e querer ir para o céu no dia que Ele chamar. Não dá pra viver o evangelho da boca pra fora.

Então Deus nos dá estratégias para melhor comunicação. Tenho certeza que Ele inspira as pessoas como foi o o Psicólogo Marshall Rosenberg. Esse psicológo criou a teoria da comunicação não violenta em 1961. Ele se especializou em psicologia social, estudou as religiões comparando com suas vivências pessoais.

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Como já falei algumas vezes: precisamos aprender a escutar para entender e não para responder. Sempre que escutamos ou vemos algo nossa tendência é fazer julgamentos.

Então a tendência é sempre jogar uma frases do tipo: Você não me entende. Você nunca… você não…você é… você tem que ser mais…

É preciso aprender a observar mais, pensar e depois buscar a sabedoria no Senhor para agir. Portanto é aí que está a chave de tudo!

A Linguagem não violenta fala sobre compreender o FATO EM SÍ. E existem os quatro passos para fazer isso. Com certeza se você compreender isso te garanto que sua vida mudará para melhor a partir de agora.

1- OBSERVAR O FATO SEM JULGAR. Você viu o problema. Se prenda apenas ao que você viu,

Exemplo: Você organizou a casa de forma impecável, daí seu marido chega com seus filhos. Você sai para ir ao supermercado e quando você retorna está tudo desorganizado. O quarto dos filhos com todos os brinquedos no chão. A sala está com as almofadas no chão uma bagunça só. O que você faz?

2- SENTIMENTO: O que você sentiu com o fato: mágoa, assustada, alegre, raiva, irritada, tristeza, .Saber e falar sobre isso não demonstra fraqueza e sim desarma uma reação.

Exemplo: Ao ver a bagunça você pára e observa o que está fora do lugar. Daí você identifica o que está sentindo. Será que é raiva ou você está chatiada porque arrumou tudo e eles não valorizaram. Qual seu sentimento?

Exemplo: Como você abordaria nesse caso? Seria assim: Filhos, estou vendo que o quarto está com os brinquedos no chão. Vocês viram que eu arrumei, porque você merecem o melhor. Além disso, tenho medo de você tropeçarem nos brinquedos e se machucarem.

3- RECONHECER A NECESSIDADE: Valores, desejos que geram esses sentimentos, ordem, limpeza, respeito, inclusão,

Amor, eu vi que tem as almofadas e as coisa da sala estão no chão, Eu tinha organizado pra ficar um ambiente bom pra nós.

Exemplo: Filhos, vocês podem guardar os brinquedos por favor.

4- FAZER O PEDIDO: me ajuda a fazer isso? Você pode? Eu preciso de…

Amor você me ajuda a manter a sala organizada por favor.

Também quando você fizer o pedido não significa que eles vão fazer, mas já é um grande começo porque eles verão que você mudou.

Minha irmã, é claro que Deus vai te dar sabedoria para saber observar sem julgar, pois devemos buscar melhorar.

No próximos posts estarei dando mais exemplos concretos.

Lembre- se: Em 2019 temos que buscar amadurecer. Um abraço! Rosielly Souza

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Mulheres nervosas…

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Olá minha irmã, espero que  tudo esteja bem com você!

Como havia dito anteriormente, os próximos posts serão a sequência do conteúdo ministrado na reunião de mulheres ocorrida no dia 21/03/2019.

Muitas de nós se desesperam em situações do dia- a dia que sugam a alegria causando tristeza e irritação. Na grande maioria das vezes o inimigo só tem ficado de perto observando, porque ficamos irritadas e preocupadas a maior parte do tempo.

Portanto, devemos tomar a decisão de orar,  estudar, conhecer e praticar a Palavra de Deus diariamente. Jesus disse:“Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.31-32).

Então, te convido a fazer uma análise do que está te irritando. As coisas corriqueiras que mais te irritam estão te cegando e você não está enxergando que o Senhor quer te libertar das coisas que te atrapalham a compreender o motivo pelo qual você foi criada. Realmente, os problemas são mais valorizados e todo resto de bençãos é esquecido.

O tempo todo vemos notícias trágicas de pessoas morrendo, matando, com reações inesperadas de violência e atos desesperados. Observe a reação das pessoas no trânsito, ou quando são contrariadas. Está percebendo a agressividade? E o desespero? A grande maioria tem acesso a quase tudo na palma dá mão, mas não consegue se comunicar. Você consegue perceber isso? É urgente que se perceba isso para que se tome decisões centradas em Deus!

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É claro que cada uma de nós tem uma forma de reagir a determinadas situações. Esses dias conversei com uma mulher que estava muito triste e chorando muito, pois havia tido uma nova discussão com o marido. O motivo da discussão: o celular. No dia anterior eles haviam discutido e ela ficou com tanta raiva que jogou o celular na parede. Isso mesmo! O celular ficou em pedaços. Ao me contar ela disse que a vontade do momento era ter acertado a cabeça do marido com o telefone. É claro que ela não disse isso para ele, mas teve que aguentar as consequências do ato. Agora ela está sem o celular de última geração, ainda está pagando quarta parcela de dez. O interessante é que quando ela foi comprar o celular o marido pediu para que ela não comprasse porque eles poderiam comprar no final de 2019. Então, por aí dá para imaginar um pouco da situação…

Então, quem nunca fez(ou teve vontade de fazer) as seguintes coisas:

  • Jogou um prato no chão, ou um copo, ou um panela. Interessante que tem gente até consegue estragar o piso quando isso acontece.
  • jogou a comida toda fora porque disseram que não estava tão boa.
  • tomou algo da mão de um filho de forma brusca.
  • Começou a alterar a voz e quando viu estava aos gritos por causa da organização da casa e por não se sentir valorizada.

São tantas situações que podemos lembrar… mas é isso que deve ser identificado: essa agressividade.

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Nós fomos criadas, para crescer nesse mundo, adorar ao Senhor e melhorar a cada dia. Não podemos ser as mesmas mulheres que éramos há dez, cinco, um ano, uma semana… Temos que melhorar! É necessário começar ver além para que o Senhor tenha liberdade de agir em nós. É preciso dar lugar ao Espírito Santo. Com tanta irritação e argumentação não vai ter espaço nem pra Ele, nem para o auto- conhecimento e nem para você fazer a diferença na vida das pessoas que você ama. Tenho falado muito sobre a nossa casa porque lá não dá pra fingir. Nos outros lugares até que dá pra fazer de conta, mas em casa é o lugar que nos revelamos.

O mais importante de tudo: devemos ter o desejo de melhorar porque queremos ir para o Céu. Com tantas coisas que vamos vivendo o céu só fica como se fosse um conto de fadas pra criancinhas. A verdade é que se não amadurecermos não iremos pra lá!!! 

Falar isso no papel é bem fácil, já a pratica é mais complicada, mas não é impossível, pois o nosso Senhor sonhou o melhor para nós.

Então no próximo post iremos falar sobre como posso me relacionar e melhorar a comunicação para evitar as discussões que tem atrapalhado as nossas vidas.

Te convido a orar hoje e pedir que o Senhor te mostre suas dificuldades de comunicação, suas falhas e que hoje seja um marco na sua vida, pois através dessa mudança o seu olhar mudará…

Que o Senhor te abençoe e te guarde!

Um abraço!

Rosielly Souza

Quem é casada não se preocupa mais…

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Olá! Você realmente tem demonstrado carinho, admiração e amor ao seu marido.

Isso mesmo! Dar sem esperar receber em troca.

Minha irmã, são inúmeras coisas que você pode fazer para melhorar seu casamento!

Recentemente estive em um local que faz bronzeamento e a proprietária olhou para minha aliança com espanto e fez a seguinte pergunta: você é casada? Afirmou que 90% das mulheres que fazem  são solteiras ou são divorciadas. Ela até falou: mulher casada geralmente não se preocupa com isso!

Sai de lá assustada com essas colocações dela porque é evidente que as mulheres não tem se preocupado em estar bonitas, empenhadas e cuidadas para seus maridos.

Uma coisa é estar bonita: cuidar da alimentação, cabelo arrumado, roupa impecável… para você( seu ego). Geralmente as  ” mulheres” a sua volta te olham e elogiam(MULHER FAZ MUITO ISSO!!!).  Outra coisa é você fazer algo que realmente fará seu marido se sentir importante e amado. 

Na verdade, a maioria das mulheres ainda não compreendem que se houver esforço, em fazer o marido feliz a tendência é tudo ficar melhor. É tudo mesmo! Tendo essa segurança que tudo está bem no seu lar, pode ter certeza que o resto Deus vai acrescentar. Não há nada mais importante para nós do que sentirmos segurança! 

E os filhos? Pode ter certeza que eles observam seu empenho, seu amor e dedicação. Estão aprendendo desde cedo o que é amor, respeito e poderão ter vidas na estrutura sólida que Deus nos ensina.

Eu tenho tanto pra falar sobre isso, mas sei que você vai ficando com preguiça de ler…

Pense em um presente que possa surpreendê- lo: um bilhete, um jantar especial, uma comida diferente com organização especial do ambiente… quem sabe até um bronzeamento(risos)!

Por que não namorar todos os dias?

Quê? Isso mesmo! Basta começar, mesmo que o sono venha… logo passa… Pode ter certeza que seus dias serão cada vez melhores.

Pense nisso e ore para que Deus te dê sabedoria.

Valorize o marido que Deus te deu!

Um abraço!

Rosielly Souza

Lista que salvou meu casamento

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Olá! A história abaixo fala por si só, pois é um relato de uma mulher que pode retratar vários atos e erros que muitas mulheres cometem…

“O dia havia chegado. Eu aguentei o que pude no meu casamento. Meu marido, Bill, saiu para o trabalho, e eu arrumei uma mochila de roupas para mim, para o nosso filho de 14 meses e deixamos a nossa casa. A conveniência de ser capaz de correr para minha mãe e pai contribuíram na decisão de deixar Bill. Com a maquiagem borrada de lágrimas, entrei na cozinha da mamãe. Ela segurou o bebê enquanto soluçava, anunciando minha separação. Depois de enxugar minhas lágrimas e me dar uma xícara de café, minha mamãe me disse que iria me ajudar. “Mas antes de separar de Bill, tenho uma tarefa para você fazer.”

Mamãe colocou meu filho dormir, pegou uma folha de papel e uma caneta e riscou uma linha vertical no meio da página. Ela me disse para listar na coluna da esquerda todas as coisas que Bill fez que o tornou impossível viver com ele. Quando olhei para a linha divisória, pensei que ela pediria para listar todas as boas qualidades dele no lado direito. Estava determinada a ter uma longa lista de defeitos na esquerda para superar qualquer bondade da direita. Isto vai ser fácil, pensei. Minha caneta rapidamente rabisca palavras na coluna da esquerda com fúria.

Bill nunca mais pegou suas roupas do chão.

Ele não dizia mais o horário em que atrasaria no trabalho.

Ele tinha hábitos desagradáveis, tais como arrotar na minha frente.

Ele tinha péssimo gosto para comprar presentes horríveis.

Ele se recusava combinar suas roupas.

Ele era muito econômico com dinheiro.

Ele não falava comigo…

A lista foi aumentando até preencher uma página. Eu certamente tinha provas suficientes que nenhuma mulher seria capaz de conviver com este homem. Presunçosamente eu disse: “Agora eu acho que você vai me pedir para listar todas as boas qualidades de Bill no lado direito.” “Não”, ela disse. “Eu já sei das boas qualidades de Bill. Em vez disso, para cada item no lado esquerdo, eu quero que você escreva como você responde. O que você faz?”

Este item era muito mais difícil do que listar suas qualidades. Eu não tinha considerado a pensar sobre mim mesmo. Como minha mãe não deixaria ir sem completar sua missão, tive que começar a escrever.

Eu gritava com ele, chorava e ficava com raiva.

Eu tinha vergonha de estar com ele.

Eu sempre invertia a situação dando uma de sofredora para ganhar as discussões.

Eu desejava ter casado com outra pessoa.

Eu dava a ele um tratamento do silêncio.

Eu sinto que era boa demais para ele Eu negava sexo…

A lista parecia interminável. Quando cheguei no fim da página, minha mãe pegou o papel, uma tesoura e cortou no meio. Amassou a coluna da esquerda e jogou no lixo. Então, me entregou a coluna da direita. “Becky”, disse ela, “leve essa lista de volta para sua casa. Passe a refletir sobre estas coisas em sua vida. Vou ficar com o bebê até amanhã. Se você sinceramente fazer o que eu peço e ainda quiser deixá-lo, vou fazer tudo o que pudermos para ajudá-la”.

Deixando minha bagagem e filho, dirigi de volta para minha casa. Quando me sentei no sofá com o pedaço de papel, eu não podia acreditar no que estava enfrentando. Sem o catálogo de hábitos irritantes de Bill, a lista parecia horrível e babaca. Eu vi um registro de comportamentos mesquinhos, práticas vergonhosas e respostas destrutivas. Passei as próximas horas pedindo forças e orientação para as mudanças que precisa fazer. Percebi como tinha comportado de forma absurda. Eu mal podia me lembrar das transgressões que tinha escrito para Bill. E, mesmo as que lembrasse, não era assim tão horrível que justificasse meu tratamento e vontade de separação. Resolvi dar uma chance para ele e para mim.

Eu adoraria dizer que Bill mudou. Não. Ele ainda faz muito daquelas coisas que me envergonharam, incomodavam, e fazia querer sumir. Mas a diferença é que não me afeta tanto quanto antigamente. A mudança iniciou comigo. Daquele dia em diante, tinha que ser responsável não apenas por minhas ações em nosso relacionamento, mas também em minhas reações. Isso refletiu no modo como o tratava e como ele me tratava.

Ainda me recordo de um item da lista: Bill dormia durante os cultos. O momento em que ele começava a cochilar sempre marcava o fim do meu período de adoração.
Eu acreditava que ele, de propósito, não tinha o menor interesse na mensagem – e meu pai era o pregador! Eu não me importava com o fato de Bill não ser capaz de permanecer acordado a qualquer hora por longos períodos. O tempo que ele gastava cabeceando de tanto sono eu gastava bufando de raiva. Sentia-me envergonhada no meio da congregação. Era uma grande humilhação. Tentava imaginar por qual razão eu havia casado com esse homem. Certamente ele não merecia uma esposa tão boa quanto eu!

Somente agora podia enxergar claramente como eu era. Meu orgulho estava atrapalhando uma parte muito importante da minha vida: a minha adoração. Agora, quando Bill cochilava na igreja, eu gastava esse momento em oração e agradecimento. Desviava os meus olhos dele dormindo e de mim mesma, para concentrar o meu olhar apenas em Deus. Em vez de deixar a igreja furiosa, passei a sair cheia de alegria.
Não demorou muito até que Bill percebesse a diferença. Ele comentou durante um almoço de domingo: “Você parece estar gostando mais dos cultos ultimamente. Eu já estava começando a pensar que você não gostava do pregador.” Meu instinto imediato seria contar-lhe como ele havia arruinado tantos cultos que assisti. Mas, ao contrário, aceitei seu comentário sem erguer minhas defesas.

 Fonte: http://www.montesiao.pro.br/estudos/familia/lista_casamento.html.Versão contextualizada, Becky Zerbe é a autora de Laughing with My Finger in the Dam, e é casada com Bill há 29 anos.

Minha irmã que Deus te dê sabedoria em todos os momentos de sua vida, principalmente para que você possa se conhecer melhor e promover as mudanças necessárias no seu relacionamento.

O Senhor quer te fazer muito feliz!

Que Ele te abençoe e te guarde e que você possa valorizar tudo que Ele te deu!

Um abraço!

Rosielly Souza

O Construtor de pontes

 

Olá! Compartilho esse texto com você!

Ele fala sobre dois irmãos que se distanciaram devido uma briga e um dos irmãos contratou um carpinteiro para construir uma parede separando a fazenda deles. Após o carpinteiro saber a estória ele construiu uma ponte ao contrário de um muro.

Essa é apenas uma estória, mas Jesus é o carpinteiro. Ele constrói pontes e fortalece laços onde não há mais possibilidades. Ele cria as possibilidades e transforma as situações.

Sejamos sábias e não vamos deixar que abismos se criem nos separando das pessoas que amamos.

O inimigo tem a função de matar, roubar e destruir tudo que pode nos fazer felizes e nos aproximar de Deus e da família.

 

Abaixo segue o texto, desconheço o autor:

O Construtor de Pontes

Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado.

O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta:

– Estou procurando trabalho, disse o homem que era carpinteiro.

– Talvez você tenha algum serviço para mim.

– Claro! disse o fazendeiro. – Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade é do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta. O carpinteiro disse, então: – Acho que entendo a situação. Mostre-me onde estão o martelo e os pregos.

O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.

Quando o fazendeiro voltou, não acreditou no que viu: em vez da cerca, uma ponte havia sido construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou: – Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei. Mas, as surpresas não pararam neste momento. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão correndo, se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou: – Você, realmente, foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse! De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho aprontou-se, então para partir levando sua caixa de ferramentas. – Espere, fique conosco! Disse o fazendeiro. – Tenho outros trabalhos para você. E o carpinteiro respondeu: – Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir…

 

 

Que você ´possa pensar sobre isso e que o Senhor te dê sabedoria!

Um abraço!

Rosielly Souza

Não olhe o divórcio como uma porta!!!

Olá! Compartilho com você mensagem da Pra. Helena Tanure no Congresso Homens e Mulheres Diante do Trono 2015. Ministração do dia 07/08/2015 – Noite. “Não olhe o divórcio como uma porta” “Seja a mudança que você deseja ver na sua casa”

Essa é apenas uma das mensagens que foram ministradas. No Youtube você encontra as ministrações na íntegra. Foram três dias de ministrações.

Desejo de coração que Deus tenha falado ao seu coração!

Um abraço!

Rosielly Souza

Também! Um principio…

Olá! No dia 25/06/2015, ocorreu a reunião do Ministério de Mulheres na Igreja Viver de Deus e gostaria de compartilhar com você sobre algumas coisas  que falamos.

O Princípio do TAMBÉM!

Deus tem tocado muito nosso coração dando temas relacionados a princípios que podem fazer uma grande diferença em nossa vida com mulher. Os temas nos levam a fazer uma reflexão sobre nossas atitudes como: esposas, profissionais, administradoras do lar, amigas, servas de Deus, mães…

No livro “A Experiência do Lar”, de Devi Titus, há um capítulo chamado “Princípio do Também”.

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“O princípio do também é definido pela atitude voluntária de fazer mais do que é pedido a você.” (Devi Titus, A Experiência do Lar, p.32).

Devi explica a diferença entre instrução e princípio. A instrução lhe ensina passo a passo como algo específico deve ser feito, e não se aplica a outras áreas da sua vida (por exemplo, como fazer um bolo de caixinha), já o princípio pode ser utilizado em todas as áreas das nossas vidas (por exemplo: a lei da semeadura onde, tudo o que plantarmos, também colheremos(se plantamos gentileza colhemos gentileza, dinheiro no banco colhemos rendimentos…).

Princípio é aquilo que pode ser aplicado em todas as áreas de nossa vida, é aquilo que levamos conosco. Imagine se em todas as atividades que você fizer… pensar que está fazendo para Deus! Ele nos convida a servir!

E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens,
Sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis.

Imagine: fazer tudo além do que é pedido e bem feito, independente do que o outro irá pensar. Pensando em Deus! O incrível é que são coisas tão simples e que podem fazer a total diferença no meio que você vive(posteriormente estarei citando alguns exemplos do livro e meus).

Veja a história do servo de Abraão que foi encontrar uma esposa para Isaque.

O servo partiu, com dez camelos do seu senhor, levando também do que o seu senhor tinha de melhor. Partiu para a Mesopotâmia, em direção à cidade onde Naor tinha morado.
Ao cair da tarde, quando as mulheres costumam sair para buscar água, ele fez os camelos se ajoelharem junto ao poço que ficava fora da cidade.
Então orou: “SENHOR, Deus do meu senhor Abraão, dá-me neste dia bom êxito e seja bondoso com o meu senhor Abraão.
Como vês, estou aqui ao lado desta fonte, e as jovens do povo desta cidade estão vindo para tirar água.
Concede que a jovem a quem eu disser: ‘Por favor, incline o seu cântaro e dê-me de beber’, e ela me responder: ‘Bebe; também darei água aos teus camelos’, seja essa a que escolheste para teu servo Isaque. Saberei assim que foste bondoso com o meu senhor”.
Antes que ele terminasse de orar, surgiu Rebeca, filha de Betuel, filho de Milca, mulher de Naor, irmão de Abraão, trazendo no ombro o seu cântaro.
A jovem era muito bonita e virgem; nenhum homem tivera relações com ela. Rebeca desceu à fonte, encheu seu cântaro e voltou.
O servo apressou-se ao encontro dela e disse: “Por favor, dê-me um pouco de água do seu cântaro”.
“Beba, meu senhor”, disse ela, e tirou rapidamente dos ombros o cântaro e o serviu.
Depois que lhe deu de beber, disse: “Tirarei água também para os seus camelos até saciá-los”.
Assim ela esvaziou depressa seu cântaro no bebedouro e correu de volta ao poço para tirar mais água para todos os camelos.
Sem dizer nada, o homem a observava atentamente para saber se o Senhor tinha ou não coroado de êxito a sua missão. Gênesis 24:10-21

Quantas vezes em nossas vidas pensamos “Já está bom, fiz tudo o que dava para fazer” ou ainda “Isso não é responsabilidade minha!”. Isso significa que podemos melhorar (e MUITO!) ao aplicar esse princípio em nossas vidas.

Abraão queria garantir que sua nora tivesse as qualidades, o caráter e os valores de sua família. O servo, então, fez uma oração muito incomum, pedindo a Deus que a mulher que fosse para ser a esposa de Isaque respondesse:‘Bebe; também darei água aos teus camelos’.

Rebeca estava mesmo muito disposta, pois além de tirar água para toda sua família, ela ainda ofereceu água aos camelos, o que significa que ela teria que retirar, aproximadamente, mais 200 litros. Esta atitude revela uma mulher responsável, prestativa, diligente, disposta a dividir, cortês, cuidadosa com desconhecidos, hospitaleira, submissa à autoridade de sua família e que terminava tudo o que começava.

E como aplicar esse princípio em nossas vidas? Como falamos, ele é aplicável a todas as áreas. Vejamos alguns exemplos que o livro nos dá e outros práticos:

– Ao ver que a pia do banheiro está com respingos ao lavar sua mão enxugue- também!

– Ao chegar no caixa de supermercado, cumprimente a funcionária- também!

– Ao se deitar para dormir com sue marido, seja carinhosa- também!

– Ao chegar em casa tire a roupa e pendure- também!

– Na hora de sair do trabalho, fique mais um pouquinho – também!

– Guarde as suas coisas, e tire a poeira – também!

– Tome banho, e retire o cabelo do ralo – também!

– Tire a roupa do varal, e dobre-as – também!

– Ao preparar uma mesa, enfeite-a com flores – também!

Ou seja, façamos mais do que é pedido ou esperado de nós!

Para conclusão as mulheres foram divididas em pequenos grupos e algumas perguntas foram entregues para que elas discutissem com base no conteúdo. Após isso, algumas falaram e foi feita a contextualização da fala delas com o conteúdo ministrado.

Que Deus te abençoe e te de sabedoria para utilizar esses princípios!

Um abraço!

Rosielly Souza