Arquivo | junho 2014

A Cruz

Olá! Compartilho esse vídeo com você…

Um abraço e boa semana!

Rosielly Souza

Anúncios

Dinâmica: Diferença entre o homem e a mulher

Olá! Algumas mulheres pediram uma dinâmica para integração feita com casais.

Sugiro essa:

Dinâmica diferença do homem e da mulher

Peça para que alguns casais saiam de seus lugares com suas cadeiras e se coloquem à frente.

Coloque os casais enfileirados sentados.

Os homens estarão de costas para as esposas.

Peça para alguns homens descreverem como a esposa está vestida, inclusive se ela está de relógio, pulseira, brinco, colar, etc…

Após isso, peça para que as mulheres façam a mesma coisa: descrevam como o marido está vestido.

Contextualização: Alguns homens são observadores, mas em sua maioria eles não se prendem a certos detalhes. Faz parte da natureza dos homens que são mais práticos.

Já as mulheres são bem diferentes e se prendem aos mínimos detalhes.  

Deus criou o homem e a mulher para que um complete o outro.

A grande missão é fazer o outro feliz respeitando as diferenças.

Qualquer dúvida estou a disposição para maiores esclarecimentos.

Um abraço!

Rosielly Souza

 

 

 

Para você que tem pais idosos…

compaix%C3%A3o

Olá! Compartilho o testo abaixo…

Sei que o texto pode não fazer parte de sua realidade, mas não se esqueça que você é formadora de opiniões!!!

Texto tocante! Você tem uma missão muito importante: “Ser filha” e horar seus pais!
” TODO FILHO É PAI DA MORTE DE SEU PAI” Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.

É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.

É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.

É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.

É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.

E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.

Todo filho é pai da morte de seu pai.

Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.

E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.

Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.

Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.

A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.

Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.

A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.

Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.

Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?

Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.

E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.

Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.

No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:e

— Deixa que eu ajudo.

Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.

Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.

Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.

Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.

Embalou o pai de um lado para o outro.

Aninhou o pai.

Acalmou o pai.

E apenas dizia, sussurrado:

— Estou aqui, estou aqui, pai!

O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. “

(autor desconhecido – compartilhado por Elodia Roman)”

Um abraço! Que Deus te abençoe!
Rosielly Souza